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O Bloco de Esquerda considera que esta é uma situação grave e que carece de intervenção urgente. Não é aceitável que pessoas doentes possam ser transportadas em condições que ferem a sua dignidade e que poem em causa a sua segurança e bem-estar. Para o Bloco esta situação é inadmissível. É necessário medidas urgentes para colocar um fim neste despudor por parte desta empresa. O deputado Moisés Ferreira já questionou o ministério da saúde. Ler aqui

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Bloco Distrital de Aveiro

O Bloco de Esquerda considera que esta é uma situação grave e que carece de intervenção urgente. Não é aceitável que pessoas doentes possam ser transportadas em condições que ferem a sua dignidade e que poem em causa a sua segurança e bem-estar. Para o Bloco esta situação é inadmissível. É necessário medidas urgentes para colocar um fim neste despudor por parte desta empresa. O deputado Moisés Ferreira já questionou o ministério da saúde. Ler aqui

Bloco Distrital de Aveiro

A proposta da criação da Unidade Local de Saúde do Entre Douro e Vouga, tal como era apresentada pelo estudo encomendado pelo Governo, trazia riscos que o Bloco de Esquerda não aceita porque prejudicam a população. Desde logo, a maior concentração de valências no hospital mais diferenciado. Já vimos isso acontecer com a criação do Centro Hospitalar: o hospital de Santa Maria da Feira concentrou muitos serviços e os outros hospitais foram esvaziados. Isto trouxe um duplo problema: as populações ficaram obrigadas a mais deslocações porque os seus hospitais de proximidade perderam valências, e o hospital de Santa Maria da Feira ficou congestionado, aumentando em muito as listas de espera. Por isso, o Bloco de Esquerda apresentou uma iniciativa legislativa na Assembleia da República, através do deputado eleito pelo distrito, que recomendava ao Governo que recusasse a constituição dessa Unidade Local de Saúde nos moldes em que era proposta pelo grupo de trabalho. Ler aqui a proposta

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Moisés Ferreira apresenta o Projeto de Resolução n.º 1097/XIII/3.ª do Bloco de Esquerda que recomenda ao Governo a adoção de medidas para apoio às crianças e jovens com cancro, assim como aos seus cuidadores |2017-10-26

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Tal como a Mata Nacional de Leiria, entre outros, a área do Perímetro Florestal das Dunas de Ovar e toda a área florestal de São Jacinto, ambas geridas pelo Estado, encontra-se ao abandono, em avançado estado de degradação. Entre outras ameaças, destacamos o aumento da matéria combustível no sub-bosque, em consequência da proliferação de plantas exóticas invasoras (nomeadamente plantas lenhosas do género Acacia). A proliferação destas plantas, além de constituir uma ameaça para espécies de flora e de fauna nativa, competindo por exemplo com a regeneração natural de matos e quercíneas, adensa as matas e aumenta a espessura da camada de manta morta, que permanece no solo sem se degradar por longos períodos de tempo. O deputado do Bloco de Esquerda Moisés Ferreira questionou o governo exigindo uma intervenção urgente do ministério Ambiente Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, Mata Nacional das Dunas de São Jacinto, Perímetro Florestal das Dunas de Ovar. Ler aqui

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É preciso ainda reforçar, no terreno, as respostas de apoios psicológico e social, de forma a apoiar as pessoas que passaram por momentos de muita angústia e aflição, e de forma a fazer um levantamento sobre as necessidades sociais de muitas famílias. O apoio às vítimas dos incêndios é agora uma prioridade. Depois de garantido esse apoio é preciso prevenir para que tal não volte a acontecer. A floresta portuguesa não pode ser uma monocultura, muito menos uma cultura quase exclusiva de eucaliptos. É preciso diversificar e incentivar a plantação de árvores autóctones. Para além disso, é necessário incentivar a limpeza dos terrenos e bermas e aplicar faixas de proteção em torno de casas e indústrias. É necessário reforçar os meios de vigilância e os meios de combate ao incêndio.