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.A empresa tinha ao seu serviço cerca de 250 trabalhadores, mas tem mandado para casa vários trabalhadores em férias “forçadas”, alegando falta de encomendas. Quando estes esgotam os dias de férias regressam e são pressionados para assinarem a rescisão por mútuo acordo. Esta empresa, condenada no passado pela Autoridade da Concorrência por prática de cartel, faz parte do Grupo Cordex, um grupo que tem crescido a dois dígitos e tem faturado centenas de milhões de euros por ano, mas que obriga os trabalhadores a regimes de trabalho de intensa exploração. Por exemplo, obrigando os trabalhadores a compensar os 30 minutos diários para alimentação, o que faz com que tenham que trabalhar duas manhãs de sábados de graça. face à gravidade da situação os deputados do BE, já questionaram o governo. Ler aqui

Notícias

Bloco Distrital de Aveiro

.A empresa tinha ao seu serviço cerca de 250 trabalhadores, mas tem mandado para casa vários trabalhadores em férias “forçadas”, alegando falta de encomendas. Quando estes esgotam os dias de férias regressam e são pressionados para assinarem a rescisão por mútuo acordo. Esta empresa, condenada no passado pela Autoridade da Concorrência por prática de cartel, faz parte do Grupo Cordex, um grupo que tem crescido a dois dígitos e tem faturado centenas de milhões de euros por ano, mas que obriga os trabalhadores a regimes de trabalho de intensa exploração. Por exemplo, obrigando os trabalhadores a compensar os 30 minutos diários para alimentação, o que faz com que tenham que trabalhar duas manhãs de sábados de graça. face à gravidade da situação os deputados do BE, já questionaram o governo. Ler aqui

Bloco Distrital de Aveiro

O dia 13 de maio de 2020 ficará na história da Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL), mas pelos maus motivos. Rui Marqueiro acaba de entregar a escola, a troco de 491.000 euros, ao grupo GPS. Conhecemos bem este grupo de colégios privados, com ligações ao PS mas também ao PSD, que só entre 2013 a 2016, foi o grupo privado que recebeu mais subsídios do estado e cujos administradores, à cabeça, António Calvete, estiveram envolvidos em sucessivos processos de corrupção, falsificação de documentos e burla qualificada, com acusações do próprio Ministério Público.

Bloco Distrital de Aveiro

O Bloco de Esquerda entregou uma Apreciação Parlamentar para que as pessoas com diabetes e com hipertensão não sejam excluídas do regime especial de proteção previsto no Decreto-lei que define as medidas relativas à Covid19: Porque as pessoas com diabetes e com hipertensão continuam a ser especialmente vulneráveis ao novo coronavírus, porque necessitam de mecanismos de proteção especial, porque não há evidência nem justificação para a decisão de excluir estas pessoas de um regime de falta justificada, porque essa exclusão pode trazer riscos acrescidos para estas pessoas, o Bloco de Esquerda considera que o Decreto-Lei n.º 20/2020, de 1 de maio, necessita de ser alterado, com urgência, para voltar a incluir diabéticos e hipertensos no regime especial de proteção previsto no artigo 25.º-A" . Ler aqui a proposta de apreciação parlamentar apresentada pelo grupo parlamentar do BE

Bloco Distrital de Aveiro

Esta é mais uma situação de cobrança abusiva que se soma a outras já tornadas públicas (casos na Lusíadas Saúde e nos hospitais CUF, pertencentes ao Grupo Mello) e que mereceram até tomada de posição da Deco que apelou à ação da Entidade Reguladora da Saúde. A Associação de Defesa do Consumidor foi clara quanto a estas taxas que os hospitais privados estão a cobrar aos utentes: "Questionamos a própria cobrança do serviço, porque há elementos que fazem parte da segurança dos profissionais de saúde e que devem ser suportados pelas unidades, e não pelos utentes. Temos muitas dúvidas sobre se alguns adicionais podem ser cobrados". O grupo parlamentar do BE já questionou o governo. ler aqui

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Esta empresa pertence ao grupo Simoldes e à boleia do COVID-19 a administração decidiu despedir cerca de 180 trabalhadores na fábrica Plastaze, precários recrutados à empresa Kelly Services, quando alguns destes trabalhadores têm mais de 180 horas acumuladas em banco de horas em pouco mais de 3 meses, horas suficientes para cobrir o tempo de paragem da empresa, até entrada em lay-off. Segundo denúncia de alguns trabalhadores, a má prática de abusos para com os seus trabalhadores e trabalhadoras era uma constante, desde pedir, principalmente aos precários, que fizessem horas ao sábado e domingo, revertendo essas horas para “banco de horas”, não atribuindo dia de descanso compensatório, nem pagando o subsídio de refeição ao sábado e domingo, mesmo quando os trabalhadores e trabalhadoras trabalhavam de segunda a segunda. Os deputados do BE, Moisés Ferreira e Nelson Peralta já questionaram o governo. ler aqui

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O Bloco de Esquerda teve conhecimento que a Oncologia do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (CHEDV) irá ser transferida, a partir de amanhã, dia 20 de abril, para um centro médico privado, no caso a Lenitudes Medical Center & Research, localizado em Santa Maria da Feira. Os profissionais de saúde do CHEDV foram informados que passarão a prestar serviço nas instalações da Lenitudes e para o mesmo terão sido transferidos também cadeirões de tratamento e outros materiais do SNS. A intenção será que se passe a desenvolver neste centro privado as atividades do hospital de dia de oncologia que antes aconteciam no Hospital São Sebastião. O deputado Moisés Ferreira já questionou o Governo. Ler aqui

Bloco Distrital de Aveiro

A situação no país é extraordinária e tem um enorme impacto na saúde pública, na economia e na dimensão social. E é de toda a justiça reconhecer que, dentro deste período excecional, a situação em Ovar foi mais restritiva e como tal terá impactos sociais e económicos mais profundos. A população de Ovar, 55 mil pessoas, foi sujeita a uma cerca sanitária e a outras medidas de confinamento para garantir a diminuição da taxa de propagação do vírus SARS-COV-2 e da doença Covid-19 dentro da comunidade e também, de forma solidária, a impedir que se expandisse para outros municípios vizinhos. É assim necessário criar um conjunto de medidas de apoio social e económico para o município de Ovar para permitir que os trabalhadores não vêm perigar o seu posto de trabalho durante e após a pandemia devido aos efeitos da situação de calamidade e respetivos medidas a que estiveram sujeitos. Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda deu entrada hoje na Assembleia da República de um projecto de resolução. Ler aqui 

Atividade do Deputado

Pedro Filipe Soares

Opinião

É claro que Assunção Cristas tem dificuldades em distinguir o que é propriedade do estado e de um privado. Aliás, em 2014, durante o governo PSD-CDS, lançou um regime de regularização automática de pedreiras que violam regras de segurança, mas ainda assim tem toda a desfaçatez de vir agora apontar o dedo.

Resoluções Mesa Nacional