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Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda que as empresas Faurécia Metal e Faurécia Moldados pertencentes ao grupo Faurécia, situadas em São João da Madeira, preparam-se para despedir mais de 400 trabalhadores dos atuais cerca de 2100 Estas empresas encontram-se em lay off e pretendes dispensar todos os trabalhadores contratados através de empresas de trabalho temporário ou que tenham contratos temporários. Estamos a falar de uma multinacional que movimento muitas receitas e que ao longo dos anos tem recebido inúmeros apoios para a sua fixação em Portugal, mas que agora está a usar como argumento a existência da pandemia relacionada com a Covid-19 para fazer despedimentos de forma massiva. Os deputados do Bloco de Esquerda, Moisés Ferreira e Nelson Peralta já questionaram o governo ler aqui aqui

Notícias

Bloco Distrital de Aveiro

Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda que as empresas Faurécia Metal e Faurécia Moldados pertencentes ao grupo Faurécia, situadas em São João da Madeira, preparam-se para despedir mais de 400 trabalhadores dos atuais cerca de 2100 Estas empresas encontram-se em lay off e pretendes dispensar todos os trabalhadores contratados através de empresas de trabalho temporário ou que tenham contratos temporários. Estamos a falar de uma multinacional que movimento muitas receitas e que ao longo dos anos tem recebido inúmeros apoios para a sua fixação em Portugal, mas que agora está a usar como argumento a existência da pandemia relacionada com a Covid-19 para fazer despedimentos de forma massiva. Os deputados do Bloco de Esquerda, Moisés Ferreira e Nelson Peralta já questionaram o governo ler aqui aqui

Bloco Distrital de Aveiro

Chegou ao conhecimento do Bloco de Esquerda que empresa ERT Têxtil Portugal S.A., se prepara para dispensar todos os trabalhadores temporários a partir do dia 7 de abril.A ERT é uma empresa multinacional portuguesa em que a principal área de negócio é a fabricação de componentes para os interiores de automóveis. Esta empresa sempre teve dezenas de trabalhadores temporários, que despenhavam tarefas permanentes. Na prática ocorria nesta empresa um grave atropelo à legislação existente. Já que os postos de trabalho eram permanentes e não temporários. Os deputados do BE já questionaram o governo. Ler aqui

Bloco Distrital de Aveiro

O Bloco questionou hoje por escrito os Ministérios do Trabalho e da Cultura sobre o "lay off simplificado" que a Orquestra Filarmónica das Beiras quer aplicar aos seus 36 trabalhadores. O Bloco de Esquerda considera a utilização do "lay off simplificado" abusiva e uma desprotecção dos trabalhadores. É ainda abusiva dada o dimensão pública da orquestra, do seu orçamento e da sua missão pública. A Orquestra Filarmónica das Beiras é tutelada por uma associação de autarquias, entidades públicas ou de utilidade pública e objetivos orientados para o serviço público. Acresce que grande parte do seu orçamento será assegurado por verbas públicas, desde logo a DGArtes e protocolos com as autarquias. Os deputados do BE, questionaram o governo hoje. ler aqui

Bloco Distrital de Aveiro

A Kirchhoff sedeada na freguesia Cucujães,  está a despedir todos os temporários, inclusive os que estão neste momento ao abrigo das medidas especiais de assistência à família. Serão cerca de 100 os trabalhadores que esta multinacional pretende despedir nesta unidade fabril no concelho de Oliveira de Azeméis, estando a preparar ainda a adesão ao regime de lay-off, ao abrigo do qual enviará os restantes trabalhadores para casa. Para o BE, é necessário proibir os despedimentos imediatamente. Só assim se consegue evitar o aproveitamento que está a ser feito por algumas empresas, para literalmente se livrarem dos trabalhadores. O BE considera que a falta de coragem do governo do partido socialista está a facilitar os despedimentos em massa. Os deputados do BE já questionaram o governo ler aqui.

Bloco Distrital de Aveiro

O Bloco de Esquerda teve conhecimento que a empresa Bébécar, localizada na freguesia de Caldas de S. Jorge, concelho de Santa Maria da Feira, comunicou aos trabalhadores, no passado dia 23 de março, a intenção de recorrer a lay-off motivado por “suspensão e cancelamento de encomendas”. Na carta entregue aos trabalhadores, a administração justifica a decisão com a pandemia de Covid-19 e prevê que o lay-off se estenda durante o mês de abril, podendo ser prorrogado depois de avaliação feita no final desse mesmo mês. Acontece que segundo as informações que chegaram ao Bloco de Esquerda, a empresa já suspendeu a sua atividade por existência de um surto de Covid-19 nas instalações da empresa e essa suspensão poderá ter sido determinada pelas autoridades de saúde. Os deputados do BE questionaram o Ministério da Saúde e o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Bloco Distrital de Aveiro

Mesmo em pleno estado de emergência a fatura não baixa. Bem pelo contrário: A tarifa fixa abastecimento de água de 0,1472 passou para 0,161. Já a tarifa variável do abastecimento de água do 1º escalão passou de 0,5784 para 0,6328 e o 2º escalão de 1,5424 passou para 1.6824. A tarifa fixa saneamento passou de 0,1455 para 0,1592. A tarifa variável de saneamento do 1º escalão de 0,7159 passou para 0,7832 e o 2º escalão passou de 1,5359 para 1,6802. Já a taxa de recursos hídricos de 0,0313 passou para 0,0364. Estes aumentos tiveram início em 03/03/2020. Numa altura destas em que a população sofre as consequências dramáticas da pandemia provocada pelo COVID 19 esperava-se uma posição firme por parte do presidente da Câmara para que seja exigida a suspensão imediata do pagamento das tarifas de água e de saneamento para defender os habitantes do Concelho.

Bloco Distrital de Aveiro

A empresa Molaflex Colchões, SA, em Santa Maria da Feira, avançou para o despedimento de 150 trabalhadores; alguns destes trabalhadores já trabalhavam nesta empresa há cerca de 7/8 anos, mas através de empresas de trabalho temporário, bem como todos os que foram despedidos. Trata-se de uma clara violação da legislação existente, já que eram todos postos de trabalho permanente.

Utilizando a argumentação da falta de matéria-prima para laborar, a empresa ainda durante a passada semana tentou obrigar todos os trabalhadores da empresa a irem de férias, mas os trabalhadores recusaram.

Esta empresa recebeu ao longo dos últimos anos, uma serie de apoios da União Europeia, do Estado Português e da autarquia. Os deputados do BE, já solicitaram esclarecimentos ao governo Ler aqui

Atividade do Deputado

Pedro Filipe Soares

Opinião

É claro que Assunção Cristas tem dificuldades em distinguir o que é propriedade do estado e de um privado. Aliás, em 2014, durante o governo PSD-CDS, lançou um regime de regularização automática de pedreiras que violam regras de segurança, mas ainda assim tem toda a desfaçatez de vir agora apontar o dedo.

Resoluções Mesa Nacional