Falta dinamização da negociação coletiva, ameaçada pela caducidade das convenções que resulta de uma alteração legislativa muito negativa e prejudicial aos trabalhadores, que importa reverter. Neste contexto, assume relevância a publicação das portarias de extensão, sem a qual muitos patrões não actualiza os salários dos trabalhadores, praticando apenas o salário mínimo nacional e não cumprindo o contrato coletivo de trabalho que atualizou as tabelas salariais para valores superiores. Num setor que continua assente nos salários muito baixos e na pouca redistribuição de riqueza, a publicação destas portarias acaba por ser o recurso que garante, no imediato, um maior salário para os trabalhadores e obrigam a uma maior justiça. Os deputados do BE, Moisés Ferreira e José Soeiro, questionaram o governo. ler aqui