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Sobre: Iniciativas dos Deputados

Fevereiro 14, 2020

Perante uma situação que pode culminar no desemprego de 50 pessoas, é preciso a intervenção dos organismos competentes para averiguar as razões desta insolvência e se ela foi motivada por má gestão da sua administração. É preciso ainda que se acautelem, desde já, todos os direitos dos trabalhadores, impedindo a retirada de material e a descapitalização total da empresa. Por isso o Bloco de Esquerda já fez chegar o caso ao Governo e pretende uma rápida intervenção do mesmo. Os trabalhadores devem ser defendidos, os seus salários e as indemnizações devidas devem ser imediatamente pagas e a empresa deve explicar o porquê de abrir uma insolvência quando, tanto quanto se sabe, tem uma carteira de clientes e encomendas mais do que suficientes para continuar a laborar. Os deputados do BE, Moisés Ferreira e Nélson Peralta, questionaram hoje mesmo o governo. Ler aqui

Fevereiro 7, 2020

Duas empresas de calçado encerram deixando cerca de 110 trabalhadores no desemprego

A administração informou hoje os trabalhadores que as empresas encerravam, a partir de hoje. Mas que só para a semana é que podiam passar a documentação para os trabalhadores terem acesso ao fundo de desemprego. Esta informação deixou os trabalhadores bastante alarmados, temendo pelo seu futuro e dos seus familiares. Esta situação é estranha, já que segundo apuramos, estas empresas tem em mãos uma encomenda de cerca 14 mil pares de sapatos para o estrangeiro. Estas duas empresas têm nos seus quadros cerca de 110 trabalhadores que são altamente qualificados no setor. Estamos perante um problema social grave, com impactos na região. Para o BE, o governo deve desenvolver medidas de caracter urgente para minimizar as sequelas deste despedimento, tanto para os trabalhadores, como os seus familiares.Os deputados do BE, Moisés Ferreira e Nelson Peralta já questionaram o governo ler aqui

Janeiro 31, 2020

Já no dia 30 de agosto de 2019 (há, portanto, 5 meses atrás) o Bloco de Esquerda questionou o Ministério da Saúde sobre a não nomeação (e por isso, inexistência de um diretor clínico no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga). O Ministério não se dignou a responder ainda a esta questão, o que vai, aliás, ao arrepio do tempo regimentalmente previsto para o Governo responder a questões escritas colocadas por deputados eleitos à Assembleia da República. A ausência de resposta é ainda mais estranha quando se está perante uma situação que tem tanto de insólito como de grave: um Centro Hospitalar de grande dimensão que está com um conselho de administração com mandato caducado desde fevereiro de 2018 e que não tem, agora há sete meses, um diretor clínico, como é obrigatório. Ler a pergunta feita pelo deputado Moisés Ferreira

Dezembro 12, 2019

A administração desta empresa, não só decidiu avançar para o despedimento de todos os trabalhadores sem qualquer aviso prévio, como ainda se recusa a passar a declaração de situação de desemprego aos trabalhadores, colocando assim em causa a sobrevivência destes e das suas famílias. Este tipo de prática por parte da administração desta empresa revela uma crueldade para com os trabalhadores e desprezo para com os direitos laborais que é inaceitável numa sociedade do seculo XXI. Para o BE, situações como esta, tornam evidente a necessidade de uma alteração substancial da legislação laboral, para que de uma vez por todas os trabalhadores sejam devidamente protegidos. Para se evitar situações como esta, que em nada dignificam a democracia. Os deputados do Bloco de Esquerda, Moisés Ferreira e Nelson Peralta já questionaram o governo sobre a situação dos trabalhadores desta empresa. Ler aqui

Dezembro 12, 2019

A administração desta empresa, não só decidiu avançar para o despedimento de todos os trabalhadores sem qualquer aviso prévio, como ainda se recusa a passar a declaração de situação de desemprego aos trabalhadores, colocando assim em causa a sobrevivência destes e das suas famílias. Este tipo de prática por parte da administração desta empresa revela uma crueldade para com os trabalhadores e desprezo para com os direitos laborais que é inaceitável numa sociedade do seculo XXI. Para o BE, situações como esta, tornam evidente a necessidade de uma alteração substancial da legislação laboral, para que de uma vez por todas os trabalhadores sejam devidamente protegidos. Para se evitar situações como esta, que em nada dignificam a democracia. Os deputados do Bloco de Esquerda, Moisés Ferreira e Nelson Peralta já questionaram o governo sobre a situação dos trabalhadores desta empresa. Ler aqui

Dezembro 5, 2019

O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda recebeu ainda várias queixas de entidades não lucrativas que fazem uso da navegabilidade da Ria, nomeadamente para atividade náutica e desportiva com crianças e jovens. Reportam que as dragagens planeadas não contemplam a ligação aos ancoradouros que utilizam. Dado que o principal custo das obras de dragagem é a sua implementação e que a extensão dos trabalhos acarreta um custo por dia menor, seria importante verificar se é possível garantir estas ligações. A Ria de Aveiro tem uma grande amplitude de marés, o que facilmente impede o acesso a ancoradouros em maré baixa. Estes usos devem ser compatibilizados com a conservação da natureza e a abertura de canais específicos conjuntamente com os atuais trabalhos poderá possibilitar mais facilmente a concretização do acesso com o devido cuidado ambiental. Existe ainda um impasse no modelo de gestão da Ria de Aveiro. A Polis Litoral - Ria de Aveiro, responsável pelos trabalhos de dragagens, deverá ser extinta no final do ano. No entanto, os trabalhos vão-se prolongar para lá dessa data. Importa assim conhecer a solução transitória que o Ministério irá implementar para a gestão da Ria e destes trabalhos de dragagem. Mas, ainda mais importante para o futuro da Ria, é o modelo de gestão a implementar definitivamente. O Bloco de Esquerda considera essencial proteger a Ria de Aveiro enquanto uma área estratégica para o país e para a região, liberta de interesses imobiliários e de pequenos interesses imediatos autárquicos. O modelo a criar deverá ter essas preocupações em conta. Os deputados Nelson Peralta e Moisés Ferreira questionaram o governo. ler aqui

Dezembro 2, 2019

O Bloco de Esquerda visitou hoje os trabalhos de dragagem da Ria de Aveiro e anunciou a apresentação de uma proposta para a criação de uma empresa pública de dragagens. Irá questionar o governo sobre a requalificação ambiental, as dragagens nas associações náuticas não-lucrativas e o modelo de gestão da Ria. "As dragagens são uma necessidade permanente no território. Em diversos locais são essenciais para a economia e para a conservação da natureza. Por exemplo, aqui na Ria de Aveiro e ainda na Pateira, mas também na Ria Formosa e em tantos outros locais. Com características diferentes, mas igualmente importantes são as dragagens nos portos, até para garantir a segurança das embarcações. Faz todo o sentido que o Estado possa deter uma empresa com esta capacidade indispensável para o território e para a economia. Poderá ter assim mais controlo e ser mais eficaz ao mesmo tempo que liberta o Estado de pagamentos constantes e avultados de empreitadas privadas", defendeu o deputado Nelson Peralta.

Novembro 27, 2019

Em 2018, a Comissão para a Igualdade de Género (CIG) publicou o documento“Prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica”. Este relatório permite-nos constatar o número de femicídios (mulheres assassinadas nas relações de intimidade) ocorridos nos últimos anos: 2014: 43 femicídios; 2015: 29 femicídios; 2016: 22 femicídios; 2017: 20 femicídios; 2018: 27 femicídios; em 2019 já morreram 30 mulheres por violência doméstica. As Câmaras Municipais desempenham, aqui um papel essencial. Assim, o Bloco de Esquerda pretende aferir quais as iniciativas que têm vindo a ser desenvolvidas por esta Câmara para apoio às vítimas de violência doméstica, quais as diligências que estão previstas, designadamente na disponibilização de habitação para vítimas de violência doméstica e seus filhos e filhas, bem como na criação de mais casas abrigo e acolhimentos de emergência,

O BE quer medidas para apoio ás mulheres vítimas de violência doméstica e seus filhos e filhas em todos os concelhos do distrito de Aveiro. Os deputados Moisés Ferreira e Nelson Peralta, questionaram todas as autarquias do distrito de Aveiro. Clica no nome do concelho para leres a pergunta. Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Arouca, Aveiro, Castelo de Paiva, Espinho, Estarreja, Ílhavo, Mealhada, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Ovar, Santa Maria da Feira, São João da Madeira, Sever do Vouga, Vagos, Vale de Cambra.

Novembro 27, 2019

O Bloco de Esquerda teve conhecimento, através da comunicação social, da existência de dezenas de doentes à espera em macas nos corredores da Urgência do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro. O Hospital de Aveiro integra o Centro Hospitalar do Baixo Vouga, EPE que serve cerca de 390 mil utentes. Segundo o relato são 70 os doentes que se encontravam em macas nos corredores do serviço de Urgência, sendo que 20 aguardavam camas para internamento. De acordo com as informações conhecidas, a grande maioria dos doentes são idosos com infeções respiratórias e estariam nos corredores desde sexta-feira passada, tendo passado o fim de semana sem cuidados de higiene e com uma alimentação à base de sopa e maçã assada. Face à gravidade da situação, os deputados do BE, Moisés Ferreira e Nelson Peralta, já questionaram o governo. ler aqui

Novembro 21, 2019

O Bloco de Esquerda teve a oportunidade de visitar esta escola e de reunir com a Direção do Agrupamento para se inteirar das necessidades de investimento na mesma. Muitas dessas necessidades são visíveis a olho nu, a começar pelo pavimento exterior que tem de ser intervencionado e passando pela substituição da caixilharia para garantir mais conforto térmico e maior eficiência energética. Estamos a falar de uma escola dos anos 70 e que, por isso, tem óbvias necessidades de intervenção. Para além destas situações, a maior preocupação do Agrupamento e da Escola é a falta de Assistentes Operacionais. Os deputados do BE, Joana Mortágua, Moisés Ferreira e Nelson Peralta, questionaram o governo sobre a necessidade de esta escola ser  intervencionada. Ler aqui

Novembro 21, 2019

Esta semana o Grupo Parlamentar deslocou-se ao local e teve a oportunidade de visitar o edifício. De facto, em todos os locais do edifício, seja na USF, seja na USCP, na Saúde Pública ou nos Cuidados à Comunidade, a situação é a mesma: há humidade e infiltrações nos gabinetes; não há climatização e quando a chuva é muita também chove dentro do edifício. Esta situação é inadmissível. Não é digna, nem para profissionais, nem para utentes, pelo que a ARS Centro e o Ministério da Saúde devem comprometer-se com uma intervenção que melhore, de imediato, as condições deste edifício, e devem comprometer-se ainda com datas concretas para início e fim da obra de construção de um novo edifício. Esse compromisso de calendário é essencial para que a situação não se arraste e a obra não se atrase indefinidamente, como tantas vezes acontece. Os deputados do BE, Moisés Ferreira e Nelson Peralta questionaram o governo. ler aqui

Novembro 20, 2019

O Bloco de Esquerda apresentou hoje um projecto de lei para a remoção de amianto em edifícios com serviços públicos. Questionou ainda o governo sobre a situação da escola EB 2,3 de São João da Madeira (ver aqui). A proposta do Bloco visa corrigir dois problemas. Desde logo, propõe a actualização da listagem de edifícios com serviços públicos que tenham amianto. A listagem existente está desatualizada e foi elaborada de forma deficiente. Em muitos edifícios apenas foi verificada a presença ou não de placas de fibrocimento, quando o amianto pode estar presente numa vasta variedade de outros materiais de construção.

Novembro 14, 2019

Há cerca de 15 anos, eram 12 os profissionais, principalmente técnicos de análises clínicas. Com o passar do tempo e com o encerramento de outros laboratórios distritais, a área de influência cresceu, o trabalho aumentou e o número de profissionais diminuiu para menos de metade. Os profissionais estão assoberbados e dizem que poderiam desenvolver mais ações ou dar mais respostas do ponto de vista da saúde pública se tivessem mais recursos. O principal é, como está patente, o aumento de recursos humanos, mas também existe a necessidade de renovação de equipamentos. Esta é uma área com muita incorporação tecnológica e em que a inovação é muito rápida, pelo que é evidente que o investimento em equipamento é uma exigência e uma necessidade constante. Esse investimento não acontece há vários anos. Os deputados do BE, Moisés Ferreira e Nelson Peralta questionaram o governo. Ler aqui

Novembro 13, 2019

O Bloco de Esquerda entregou um projeto de resolução na Assembleia da República a recomendar "a criação de um plano nacional de controlo da espécie invasora Jacinto-de-água". Para além do plano, a proposta recomenda ainda ao governo "a definição de áreas de intervenção prioritária, nomeadamente por motivos de conservação da natureza e por áreas onde a espécie coloca em risco a integridade do ecossistema". Ler aqui o projeto de resolução