Mupi Troika

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Agosto 4, 2015 07:54 AM

o Ministério da Saúde revelou que existem 41 pessoas nestas condições no Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Vouga, 39 no Agrupamento Feira/Arouca e 53 no Agrupamento Entre Douro e Vouga II, não tendo ainda revelado os dados referentes ao Agrupamento Espinho/Gaia. Contas feitas, existem 133 desempregados a trabalhar de graça em 3 dos 4 agrupamentos de centros de saúde do distrito, o que revela, em primeiro lugar, a falta de pessoal que existe nos cuidados de saúde primários; em segundo lugar, a exploração generalizada promovida pelo próprio Governo e orientada para o trabalho de graça.o Bloco de Esquerda tem como prioritárias medidas para a criação de emprego com direitos. Para isso propomos a proibição do uso abusivo de estágios e a proibição do uso de programas CEI e CEI+ para ocupar postos de trabalho permanentes; propomos a proibição de despedimento em empresas com lucros e a obrigatoriedade de existência de um contrato de trabalho efetivo para postos de trabalho que são uma necessidade permanente para a empresa

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Julho 28, 2015 12:31 PM

Manuel Castro Almeida é atualmente membro do Governo que tem como objetivo a entrega do hospital à gestão privada e é, em simultâneo, 1º secretário da Mesa da Assembleia Geral da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira. Esteve, portanto, em todos os lados do negócio, exercendo ativamente funções em conflito de interesses e sem se saber concretamente com que interesses”. O Bloco lembra ainda as estranhas declarações públicas do provedor da Santa Casa da Misericórdia de São João da Madeira aquando da última Assembleia Geral, onde declarou, sobre Castro Almeida: “Tive sempre o seu apoio. Ajudou-me, abriu-me muitos caminhos, levou-me a sítios onde teria dificuldade de chegar”.  ler aqui as perguntas ao governo

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Julho 28, 2015 08:49 AM

Caso do despedimento de invisual da Biblioteca Municipal Presidente da Câmara de S. João da Madeira desmentido pelo governo. Depois de anos a implementar e a desenvolver o Centro de Leitura Especial na Biblioteca Municipal, Vítor Ferreira foi mandado embora pela Câmara Municipal de S. João da Madeira. O Presidente da Câmara disse que estava impossibilitado por lei de contratar este técnico e que essa era a razão para não o manter no local e no trabalho. O Bloco de Esquerda questionou o Ministério das Finanças que, em resposta, desmente por completo o Presidente da Câmara, Ricardo Figueiredo. Segundo o Ministério das Finanças “a Câmara Municipal de S. João da Madeira (…) não está impedida de recrutar trabalhadores”, devendo “a Câmara Municipal solicitar à Assembleia Municipal autorização para o efeito”. ler aqui a resposta do governo

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Julho 26, 2015 09:45 AM

A assembleia geral de aderentes do Bloco de Esquerda do distrito de Aveiro, aprovou ontem a lista de candidat@s às eleições legislativas. Ver aqui

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Julho 24, 2015 06:40 PM

O Governo de Passos Coelho e Paulo Portas tem persistido continuamente em colonizar a Administração Pública com alguns dos seus mais leais servidores partidários. O Bloco de Esquerda reprova em absoluto esta prática.

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Julho 23, 2015 06:02 PM

Os bloquistas propõem ainda leis de emergência, a serem aplicadas imediatamente, e que dão resposta a situações sociais gravíssimas. Entre elas existem várias medidas dedicadas à habitação, um problema particularmente grave em S. João da Madeira. Propõe-se a suspensão da lei de arrendamento apoiado, que fez aumentar as rendas da habitação social e a substituição por uma nova lei que, com uma nova fórmula de cálculo, tornará as rendas mais baixas e mais justas. Propõe-se ainda a proibição de penhoras a casas de habitação própria e permanente e a obrigatoriedade da banca reestruturar os créditos à habitação de famílias com dificuldades.

Opinião

Um dos instrumentos que mais tem contribuído para o afastamento dos estudantes do ensino superior é a propina. Foi durante o governo de Cavaco Silva, em 1992, que o valor da propina aumentou abruptamente. Se durante o ano letivo 1991/1992 o seu valor era de 6,5€ os estudantes a frequentar ensino superior viram a propina subir para cerca de 250€

O antigo deputado da Assembleia Municipal de Aveiro pelo CDS, também refere que “não faltam políticas sociais promovedoras de integração social”. Queria então entender onde é que a centralização dos serviços públicos e a falta de transportes até este centro, encaixa no que o próprio referiu. Como é que os (escassos) 300 mil euros atribuidos para a ação social em Aveiro se transformaram em 13 mil euros executados? Onde é que o prazer da direita em privatizar o que é serviço público, a nível nacional e nível local, promove integração social?