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BE quer explicações urgentes do governo devido à falta de director clínico no Centro Hospitalar de entre o Douro e Vouga

Já no dia 30 de agosto de 2019 (há, portanto, 5 meses atrás) o Bloco de Esquerda questionou o Ministério da Saúde sobre a não nomeação (e por isso, inexistência de um diretor clínico no Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga).

O Ministério não se dignou a responder ainda a esta questão, o que vai, aliás, ao arrepio do tempo regimentalmente previsto para o Governo responder a questões escritas colocadas por deputados eleitos à Assembleia da República. A ausência de resposta é ainda mais estranha quando se está perante uma situação que tem tanto de insólito como de grave: um Centro Hospitalar de grande dimensão que está com um conselho de administração com mandato caducado desde fevereiro de 2018 e que não tem, agora há sete meses, um diretor clínico, como é obrigatório.

A Ordem dos Médicos interveio sobre este assunto esta semana, acusando o Centro Hospitalar de estar à margem da lei e ameaçando com a retirada de idoneidade formativa, algo que a acontecer teria consequências gravíssimas, não só para os vários médicos internos que ali fazem a sua formação, mas para o SNS que veria a sua capacidade de formação muito reduzida.

A inoperância do Governo em nomear um novo conselho de administração e a recusa em responder a este problema, quando o mesmo foi levantado há 5 meses atrás, só levou à agudização do problema.

O Bloco insiste na pergunta que colocou em agosto passado e reitera que o Governo não pode continuar a ignorar a situação. Tem de responder e tem de agir de imediato.

Ler a pergunta feita pelo deputado Moisés Ferreira

AnexoTamanho
ms_nao_nomeacao_de_diretor_clinico_para_o_chedv.pdf456.55 KB